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Estudo de Harvard tem boas notícias para a Homeopatia

O American Journal of Public Health publicou em 2016 um artigo de pesquisa de Harvard que mostra que a Homeopatia, embora ainda usada apenas por uma pequena fração da população dos EUA, saltou 15% em uso. Além disso, a maioria dos usuários colocam a homeopatia entre as 3 principais estratégias complementares e integrativas que utilizam em seus cuidados de saúde.


O artigo apresentou benefícios para a saúde pública do uso de medicamentos homeopáticos. A investigadora principal foi a Dra. Michelle Dossett, MD, PhD, e a equipe também incluiu o especialista em placebo Dr. Ted Kaptchuk, OMD . Eles vêm da Escola de Saúde Pública de Harvard e de um hospital afiliado à Harvard Medical School, Beth Israel Deaconess.

As equipes observam que estudos prévios de homeopatia “sugerem potenciais benefícios para a saúde pública, como reduções no uso desnecessário de antibióticos, reduções nos custos para tratar certas doenças respiratórias, melhorias na depressão peri-menopausa, melhores resultados de saúde em indivíduos com doenças crônicas e controle de Epidemia de leptospirose em Cuba ”.
Os dados foram recolhidos do National Health Interview Survey de 2012 .

Os pesquisadores exploraram a prevalência e os padrões de uso de medicamentos homeopáticos entre adultos dos EUA em relação a outros usos da medicina complementar e integrativa.

Versões desta pesquisa em 2002 e 2007 nos EUA encontraram uso de medicamentos homeopáticos em 1,7% e 1,8% da população adulta, respectivamente. O crescimento de 15% na meia-década recente corresponde a uma taxa de uso geral de 2,1% em 2012. As condições mais comuns para as quais as pessoas procuraram tratamento homeopático foram queixas respiratórias, de nariz e garganta, assim como síndromes de dor musculoesquelética. Os Pacientes que utilizam medicamentos homeopáticos tendem a ser mais instruídos, ou seja, tem um nível cultural maior, dos que os pacientes que nao fazem uso desta terapêutica.
O uso da homeopatia nos EUA é menor do que em muitos países europeus.

Os autores observam, por exemplo, que as pesquisas encontraram taxas de 8,2% na Itália e quase 15% na Alemanha. Uma recente reportagem italiana relatou resultados de uma pesquisa de 2012 feita por um fabricante homeopático que encontrou um uso muito maior, perto de um em cada seis italianos adultos.
Ullman acrescenta:

“Esta pesquisa confirma que um certo grupo bem educado e bem satisfeito de americanos se beneficia de remédios homeopáticos auto-prescritos, bem como de se consultar com médicos homeopatas. Embora esses números sejam muito mais altos em países selecionados na Europa, é mais do que razoável para apoiar a escolha individual nos cuidados de saúde. Assim como o nosso país (EUA) é um caldeirão de diferentes culturas e raças, a nossa saúde e cuidados médicos também precisam dessa diversidade saudável “.

Um estudo de 2008, por exemplo, descobriu que 13% dos médicos usam antibióticos como placebos. Não poderiam ter sido melhores, do ponto de vista da saúde pública, se prescrevessem remédios homeopáticos bem indicados e não tivessem liberado essa carga extra de antibióticos?

13% dos médicos usam antibiótico como placebo

Pesquisadores franceses falaram sobre esse potencial no ano de 2015 quando concluíram que

“o gerenciamento de pacientes homeopáticos pode ser menos dispendioso do ponto de vista global e pode representar um interesse importante para a saúde pública.”

Os pesquisadores de Harvard incluíram uma observação semelhante:

“Existem benefícios de saúde pública associados ao uso de homeopatia”

 

Dr lucas homeopatia

Prof. Dr. Lucas Franco Pacheco – Médico especialista em Homeopatia pela AMHB – AMB, Professor da Faculdade de Medicina de Pouso Alegre – UNIVAS.
Diretor da Associação Paulista de Homeopatia – APH – triênio 2018-2020.



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