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Homeopatia e TDAH – Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade

Dr lucas homeopatia

Prof. Dr. Lucas Franco Pacheco – Médico especialista em Homeopatia pela AMHB – AMB.

A Homeopatia fornece um método seguro e eficaz de tratar problemas comportamentais em adultos e crianças e pode ser combinado com outros tratamentos conforme necessidade.

A droga metilfenidato (Ritalina e Concerta) é da família das anfetaminas, um estimulante do sistema nervoso central, atua aumentando a concentração da Dopamina (neurotransmissor associado ao prazer) entre os neurônios (sinapses), mas faz isso de forma e em níveis não fisiológicos, pode trazer dependência química, pois é da mesma família da Cocaína, considerada um narcótico pela Drug Enforcement Administration (órgão da Polícia Federal do Departamento de Justiça dos Estados Unidos encarregado da repressão e controle de narcóticos).

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O Metilfenidato é vendido com o objetivo de melhorar a concentração, diminuir o cansaço e tornar o indivíduo capaz de acumular mais informações em menos tempo. É necessário cautela no consumo de Metilfenidato pela criança, pois seu organismo ainda está em fase de maturação. É primordial ter cuidado e ser criterioso na indicação da Ritalina. O Brasil é o segundo consumidor de Metilfenidato do mundo, atrás somente dos Estados Unidos.

Alguns Médicos Psiquiatras defendem que se a criança com diagnóstico de TDAH não tomar o metilfenidato ela se tornará um delinquente. O que não é verdade. Nenhuma pesquisa comprovou até hoje está afirmação. Na verdade não existe comprovação de que a Ritalina realmente funcione, de que ela cure e resolva o problema do Déficit de Atenção e Hiperatividade. O que a Ritalina faz é simplesmente dopar a criança, e nenhum estudo garantiu  segurança da droga para estas crianças a longo prazo.

As reações adversas da Ritalina estão em todo organismo e, no sistema nervoso central, são inúmeras: surtos de insônia, sonolência, piora da atenção e da cognição, surtos psicóticos, alucinações, cefaleias, tontura, efeito zombie like (a pessoa fica quimicamente contida em si mesma) e, o mais grave, aumentam o risco de cometer suicídio. Todos esses dados estão registrados no Food and Drug Administration – FDA. Além disso, no sistema cardiovascular, pode causar hipertensão, taquicardia, arritmia, boca seca, até parada cardíaca. Interfere na hipófise. Altera secreção de hormônios sexuais, diminui a secreção do hormônio do crescimento, logo, a criança fica com a estatura final reduzida. Essa droga age no peso, tira o apetite.

Se medicado com Ritalina, Einstein seria um gênio?

Se medicado com Ritalina, Einstein seria um gênio?

Einstein só conseguiu ser alfabetizado depois dos 9 (nove) anos de idade. Ele não conseguia aprender as primeiras letras e a escola desistiu dele, aconselhando a seus pais que perdessem a esperança: ele simplesmente não conseguia aprender! Se Einstein fosse criança hoje, poderia ser diagnosticado com TDAH. Se medicado, teria sido o gênio que foi?

Será que não estamos medicalizando inúmeras crianças que seriam um futuro Einstein? Nossas crianças podem estar correndo risco de se tornarem vítimas da medicalização excessiva, muitas vezes de forma arbitrária, sem sabermos as consequências, danos e prejuízos a longo prazo que a Ritalina pode causar.

Na medicina, toda intervenção médica deve ser pautada pelo custo/benefício, ou seja, verificar em todo caso se as vantagens se sobrepõem às desvantagens ao se indicar um tratamento. No caso do metilfenidato, a relação Danos-Benefício, em muitos casos pode não valer a pena.

O debate da excessiva medicalização das crianças com metilfenidato inspirou a pediatra Dra. Maria Aparecida Affonso Moysés, professora titular do Departamento de Pediatria da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, a fazer uma declaração enfática sobre o tema:

Dr. Maria Aparecida Affonso Moysés - Professora titular do Departamento de Pediatria da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp

Dr. Maria Aparecida Affonso Moysés – Professora titular do Departamento de Pediatria da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp

“A gente corre o risco de fazer um genocídio do futuro. Quem está sendo medicado são as crianças questionadoras, que não se submetem facilmente às regras, e aquelas que sonham, têm fantasias, utopias e que ‘viajam’. Com isso, o que está se abortando? São os questionamentos e as utopias. Só vivemos hoje num mundo diferente de mil  anos atrás porque muita gente questionou, sonhou e lutou por um mundo diferente e pelas utopias. Estamos dificultando, senão impedindo, a construção de futuros diferentes e mundos diferentes. E isso é terrível” Dr. Maria A. A. Moysés

Pouco antes de morrer em 2013, Dr. Leon Eisenberg, um dos papas da psiquiatria infantil considerado o “pai científico do TDAH”,  afirmou que o TDAH é uma doença fabricada, ressaltando que, em vez de prescrever pílulas, psiquiatras deveriam avaliar as razões psicossociais que poderiam causar problemas de comportamento nas crianças:

Dr. Leon Eisenberg - Psiquiatra inventor do TDAH

Dr. Leon Eisenberg – Psiquiatra inventor do TDAH

 “O TDAH é o principal exemplo de uma doença fictícia” Dr. Leon Eisenberg.

Em 2011 uma pesquisa feita pelo Centro de Medicina baseado em Evidências da Universidade de McMaster, no Canadá, analisou todas as publicações de 1980 a 2010 sobre o tratamento de TDAH. O primeiro dado interessante foi que, dos dez mil trabalhos que provaram que o metilfenidato funciona, é seguro, apenas 12 foram considerados publicações científicas. Todo o resto foi descartado por não preencher os critérios de cientificidade. Esse é um aspecto muito importante. Dos 12 trabalhos restantes, o que eles encontraram foi que a orientação familiar tem alta evidência de bons resultados, e o medicamento tem baixa evidência:

Dos dez mil trabalhos que provaram que o metilfenidato funciona, é seguro, apenas 12 foram considerados publicações científicas.

Dos dez mil trabalhos que provaram que o metilfenidato funciona, é seguro, apenas 12 foram considerados publicações científicas.

Segundo o CDC (Centers of Disease Control and Prevention) de Atlanta, dos Estados Unidos, cerca de 10 mil crianças entre 2 e 3 anos estavam sendo medicas para TDAH nos EUA em 2014. Eram principalmente crianças de baixa renda.  A faixa etária indicada para se prescrever Ritalina é acima de 6 anos. O CDC alertou com preocupação para esse uso fora das indicações desta faixa etária, onde não se conhece a segurança do medicamento, em que o próprio diagnóstico de TDAH na idade de 2 anos é questionável.

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A psicóloga Denise Barros, na pesquisa realizada no Instituto de Medicina Social da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), compilou os dados dos relatórios anuais sobre substâncias psicotrópicas da Junta Internacional de Controle de Narcóticos, órgão vinculado às Nações Unidas. De acordo com o levantamento, o volume de metilfenidato importado pelo Brasil ou produzido em território nacional passou de 122 quilos em 2003 para 578 quilos em 2012 (alta de 373%).

A pesquisadora cruzou os dados da produção e importação e do estoque acumulado em cada ano para chegar aos prováveis índices anuais de consumo. De acordo com o levantamento, foram 94 quilos consumidos em 2003 contra 875 quilos em 2012 (crescimento de 775%).

Dr. Rossano Cabral Lima, psiquiatra de crianças e adolescentes e professor do Instituto de Medicina Social da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ)

 “O problema está em todas as crianças que são diagnosticadas, às vezes, com mais de um transtorno, ou em nós adultos que sobrepomos esses diagnósticos? Estamos homogeneizando situações muito heterogêneas. O mesmo fenômeno pode ter leituras, causas e contextos diferentes e perdemos isso quando enxergamos os diagnósticos antes de enxergar a singularidade de cada criança” Dr. Rossano C. Lima

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Dr. Peter Gotzsche _ Diretor da Nordic Cochrane

“A psiquiatria substitui cuidados por comprimidos. Os medicamentos para TDAH tem efeitos semelhantes à anfetamina. O fato de termos crianças sentadas quietas na escola não pode ser tomado como evidência de que o diagnóstico estava correto; mostra apenas que a anfetamina tem esse efeito (e muitos outros, incluindo apatia, falata de humor e isolamento social)” Dr. Peter Gotzsche

Dr. Peter Gotzsche chama atenção também para o fato de, segundo os resultados de suas pesquisas, os medicamentos para TDAH serem perigosos:

“Não Sabemos muito sobre seus danos em longo prazo, mas sabemos que podem prejudicar o coração da mesma maneira que é visto em dependentes de cocaína em longo prazo e levar à morte, mesmo em crianças. Também sabemos que os medicamentos para TDAH causam transtorno bipolar em cerca de 10% das crianças, o que é um problema grave”.

TDAH e Homeopatia

Dr. Samuel Hahnemann -Fundador da Homeopatia

Dr. Samuel Hahnemann -Fundador da Homeopatia

Em um estudo publicado no British Homeopathic Journal em 1997, as crianças afetadas com TDAH receberam um tratamento homeopático ou um placebo por dez dias, em seguida, os pais ou cuidadores avaliaram as crianças sobre a quantidade de comportamento de TDAH exibido. Aqueles que receberam medicamentos homeopáticos mostraram um comportamento significativamente menor do TDAH do que aqueles que receberam placebos.

homeopatia e tdah

Quando avaliadas em uma entrevista de acompanhamento dois meses após o final do estudo, 57% das crianças que apresentavam melhora com homeopatia continuaram a melhorar, apesar de descontinuar os medicamentos homeopáticos; 24% apresentaram recaída no momento do acompanhamento e os restantes 19% continuaram a apresentar resultados positivos, mas apenas ao tomar os medicamentos homeopáticos.

homeopatia para crianças

Em outro estudo, publicado em 2001, desta vez comparando Homeopatia com Metilfenidato para TDAH, também evidenciou resultado favorável à Homeopatia:

homeopatia e tdah O objetivo deste estudo prospectivo foi avaliar a eficácia da homeopatia em pacientes hiperativos e comparar o metilfenidato (Ritalina). Foram avaliadas 115 crianças entre 3 a 17 anos com critérios diagnósticos de TDAH segundo o DSM IV que tinham Índice Global de Conners (IGC) maior ou igual 14.(índice utilizado para avaliar hiperatividade). Todas crianças receberam tratamento homeopático individual e, quando havia melhora clínica de 50%, as crianças eram reavaliadas. Aqueles que não melhoraram a pontuação, foi prescrito Metilfenidato, e reavaliado após três meses. Após três meses de tratamento, 86 crianças (75%) usando homeopatia apresentaram melhora (73% tiveram melhora clínica e 55% atingiram melhora no índice de hiperatividade – IGC). Ao todo, 25 crianças (22%) necessitaram de Metilfenidato. Com Metilfenidato a melhora clínica foi de 65% e de 48% no índice de hiperatividade – IGC. Três crianças não responderam a homeopatia nem a Metilfenidato.
Apenas as crianças que não atingiram o alto nível de integração sensorial para a escola receberam a Metilfenidato.

homeopatia e tdah Neste estudo duplo cego, randomizado, controlado por placebo, teve como objetivo obter evidências científicas da eficácia da homeopatia no TDAH. Foram selecionadas um total de 83 crianças com idades entre 6 a 16 anos, com diagnóstico de TDAH utilizando os critérios DSM-IV. As crianças foram tratadas com medicamentos homeopáticos individualmente prescritos. Participaram do teste 62 pacientes que alcançaram uma melhoria de 50% no Índice Global de Conners (CGI). Treze pacientes não preencheram este critério de elegibilidade. As crianças foram divididas em dois grupos e receberam Homeopatia durante 6 semanas seguido de placebo por 6 semanas (braço A), ou vice-versa (braço B). No início do teste e após cada período de cruzamento, os pais relataram o CGI e os pacientes foram submetidos a testes neuropsicológicos. A classificação CGI foi avaliada novamente no final de cada período de cruzamento e duas vezes em seguimento de longo prazo. Na entrada no processo de cruzamento, o desempenho cognitivo, como a percepção global visual, a impulsividade e a atenção dividida, melhoraram significativamente no tratamento aberto (P <0,0001). Durante o teste de cruzamento, as classificações do CGI foram significativamente menores sob uso de Homeopatia (média 1,67 pontos) do que sob placebo (P = 0,0479). A melhora de CGI a longo prazo atingiu 12 pontos (63%, P <0,0001). Os autores concluíram que existem evidências científicas da eficácia da homeopatia no tratamento do TDAH, particularmente nas áreas de funções comportamentais e cognitivas.

homeopatia e tdah Neste ensaio clínico randomizado controlado por placebo, foram selecionadas um total de 61 crianças (homeopatia: 30, placebo: 31) com idades entre os 6 e os 15 anos que atendem aos critérios do DSM-IV para TDAH. Foram utilizadas as seguintes escalas: Escala de Classificação dos Pais de Conner – Revista: Curta (CPRS-R (S)), Escala Clínica Global de Gravidade-Gravidade (CGI-SS), Escala de Melhoria de Impressão Global Clínica (CGI-IS) e desempenho acadêmico. Um total de 54 pacientes (homeopatia = 27, placebo = 27) foram analisados sob intenção de tratamento modificada (ITT). Todos os pacientes no grupo da homeopatia apresentaram melhor resultado no modelo linear linear ajustado (GLM), medidas repetidas ANCOVA para problemas de oposição, cognição, hiperatividade e índice de TDAH (domínios de CPRS-R (S)) e CGI-IS em T3, T6, T9 E T12 ( P = 0,0001). A diferença média de tratamento ajustada na linha de base entre os grupos no mês 12 a partir da linha de base para todas as medidas de desfecho individuais favoreceram o grupo de homeopatia; Oposição (-16,4, IC 95% – 20,5 a – 12,2, P = 0,0001), Problemas de cognição (-15,5, IC 95% – 19,2 a – 11,8, P = 0,0001), Hiperatividade (-20,6, IC 95% – 25,6 a – 15,4, P = 0,0001), ADHD I (-15,6, IC 95% – 19,5 a – 11,6, P = 0,0001), desempenho acadêmico 14,4%, IC 95% 8,3 a 20,5, P = 0,0001), CGISS (-1,6, IC de 95% – 1,9 a 1,2, P = 0,0001), CGIIS (-1,6, IC 95% – 2,3 a -0,9, P = 0,0001).
Os autores deste estudo concluíram que existem evidências para apoiar os efeitos terapêuticos de medicamentos homeopáticos individualizados em crianças TDAH. 

A homeopatia é espacialidade médica reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina desde 1980.

A homeopatia é espacialidade médica reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina desde 1980.

A homeopatia procura tratar cada criança de forma única e individual. Não há Ritalina homeopática. O remédio deve refletir tudo sobre a criança. Uma história detalhada é fundamental para a correta escolha do remédio.

A homeopatia considera cada fator, desde o componente genético até causas específicas possíveis. O objetivo do tratamento é estimular a cura no nível mais profundo e permitir um retorno suave à saúde. A Ritalina e drogas relacionadas podem agir suprimindo os sintomas. Uma queixa comum é que as crianças que utilizam Ritalina sentem-se e agem dopadas, e perdem o lado bom de sua hiperatividade. Existe um lado positivo, que pretendemos manter com a homeopatia. É tão importante nutrir o espírito criativo, a imaginação, a energia e a curiosidade que essas crianças muitas vezes mostram como também é necessário remover os padrões de comportamento inaceitáveis. O tratamento homeopático equilibra essas qualidades, para que a criança possa realizar seu verdadeiro potencial. A Ritalina pode impedir que isso aconteça.

Na consulta eu procuro sempre investigar e orientar sobre dieta, estilo de vida, ambiente e dinâmica familiar, essas intervenções podem ser extremamente benéficas. O apoio psicológico é essencial tanto para a criança quanto para os pais, quer se trate de um contexto formal, como de Terapia Comportamental ou de Formação Neurolingüística, quer informalmente com um grupo de apoio.

A Homeopatia visa oferecer uma cura suave e segura, e pode ser combinada com outras terapias e tratamentos. Eu utilizo frequentemente mesmo quando a criança está em uso de Ritalina. À medida que a criança melhora, a dose de Ritalina pode ser reduzida e gradualmente e até retirada, com o conhecimento e acompanhamento em paralelo dos outros profissionais de saúde envolvidos.

A Homeopatia pode Ser uma alternativa  segura e eficaz de tratar problemas comportamentais em adultos e crianças. Pode ser combinado com outros tratamentos, convencionais ou não, conforme necessidade. A mudança pode ser muito positiva e trazer benefícios para a criança, pais, família, escola e grupo social.

 

Autor: Prof. Dr. Lucas Franco Pacheco, Médico com título de especialista em Homeopatia pela AMHB-AMB.

site: www.doutorlucashomeopatia.com.br


7 comments

  1. Rosana Nechar
    18 de Maio de 2017 at 01:21

    Parabéns Lucas, pela excelente matéria!

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  2. Sonia Mignot
    27 de Maio de 2017 at 01:56

    Excelente! Muito esclarecedor, lúcido e focado na saúde da criança, que é quem realmente interessa.
    Tenho um neto de 5 anos (vai completar em agosto), muito ativo, muito agitado na escola, minha filha sempre recebe reclamações (que ele não para quieto). Então, na festinha do dia das mães (na escola), uma das professoras falou pra ela que ele é inteligente demais, acima da média, que ele fica impaciente e inquieto porque já aprendeu tudo, está deslocado no Jardim I, que deveria estar com as crianças maiores, etc, etc. E sugeriu que ela o levasse a um profissional que receitasse essa droga. Minha filha rejeitou a ideia E concordo com ela. Vou convencê-la a levar Daniel a um Homeopata.
    Obrigada!!!.

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  3. Lúcia
    27 de Maio de 2017 at 22:41

    Boa Noite,
    Excelente matéria. Sou pediatra e meu filho tem características da ” patologia fictícia”. Sou contra as medicações. Muito obrigada pelos esclarecimentos, espero que muitas pessoas leiam.
    Parabéns!!!!!!

    Reply
  4. Leila Verônica da Costa Albuquerque
    29 de Maio de 2017 at 17:56

    Excelente resposta, professor! Sou pediatra e homeopata em Fortaleza e ha 4 anos implantei o ambulatório de homeopatia no principal ambulatório de especialidades sediado no hospital de referência em pediatria do Ceará e inicialmente só os psicólogos me encaminhavam pacientes, hoje recebo também da gastro, da psiquiatria, da alergologia e até da nutricionista os pacientes que me são encaminhados. Os pacientes são fieis e muitos deles dizem que a homeopatia fez a diferença em seu tratamento, outros já receberam alta do especialista devido à melhora clínica. (Estamos planejando fazer um trabalho para publicar esses resultados). Infelizmente o ser humano é resistente a ideias novas e realmente devemos ir em busca da verdade, mas não podemos sempre fazê-lo pelo mesmo caminho porque ali com certeza não a encontraremos ( aliás a verdade é relativa para os físicos quânticos, rsrs…) Então acredito que devemos continuar mostrando o nosso trabalho a quem por ele se interessa e dentro da pesquisa, vou acrescentar aqui mais um trabalho que me foi enviado por uma colega do mestrado sobre a nanotecnologia no tratamento das infecções que faz referencia à homeopatia:
    Advances in Integrative Nanomedicine for Improving Infectious
    Disease Treatment in Public Health
    Iris R. Bell, MD PhDa,b,c,d,e,f,*, Gary E. Schwartz, PhDb,c,e, Nancy N. Boyer, RN NP PA-Cg,
    Mary Koithan, RN PhDa,d,e, and Audrey J. Brooks, PhDc,e
    aDepartment of Family and Community Medicine, the University of Arizona College of Medicine,
    Tucson, AZ, USA, Eur J Integr Med. 2013 April 1; 5(2): 126–140. doi:10.1016/j.eujim.2012.11.002

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  5. Adriane Gomes de Oliveira
    17 de agosto de 2017 at 01:02

    Eu estou tratando do meu filho de dez anos que foi diagnosticado com TDAH ele toma 1mg do risperidona e comecei a tratar.com a homeopatia também. Ainda não tive melhorar. Mas foi muito bom ler o seu texto. Obrigada.

    Reply
  6. Cristiane Gondim
    17 de agosto de 2017 at 16:02

    Boa tarde! Que matéria maravilhosa amei meu filho foi diagnosticado com tdah toma ritalina a praticamente a 3 anos e a exatamente 3 meses eu resolvi tirar a medicação pois não quero mais drogar meu filho hj estou sofrendo as consequências que ela pode deixar meu filho não dorme passa a noite toda praticamente acordado e tendo alucinações falando coisas com coisas que não tem nada a ver e dizendo que tem gente querendo pegar ele hj sei o mal que causei no meu filho esse tempo com essa medicação gente mi culpo tanto que tô quase louca sem saber o que fazer já marquei com um médico homeopata pra dar continuidade com outro tratamento sei que tenho culpa é por ser leiga no assunto conviei nas pessoas e nos profissionais talvez errado mais estou correndo atrás de consertar meu erro e tenho fé em Deus que tudo isso vai passar obrigado pela matéria maravilhosa Dr. Lucas amei cada palavra que lie

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    1. Dulce Mara
      21 de agosto de 2017 at 18:37

      Procure um homeopata. Podem ser feitos tratamentos de desintoxicação e harmonização da saúde de seu filho.

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