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Atividade Médica e a Indústria Farmacêutica

Qual o impacto da atividade médica sobre a saúde dos indivíduos? Quais os efeitos deletérios causados pela hipermedicalização, sobrediagnóstico e sobretratamento?

Para abordar este tema, vou me reportar aos estudos da Dra. Barbara Stalfield,  Dr. Peter Gotzsche, Dr. Stephen Hyman, Dra. Lisbeth Kortegaard e Robert Whitaker.

 

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Prof. Dr. Lucas Franco Pacheco

A professora emérita do Johns Hopkins Hospital, Dra. Barbara Starfield, publicou no The Journal of The American Medical Association – JAMA em 2000, um artigo demonstrando que a atividade médica foi responsável pela terceira causa de mortes nos EUA com 225 000 mortes, perdendo apenas para mortes por Câncer e Acidente Cardiovascular:

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Dra. Barbara Starfield, professora emérita do Jonhs Hopikins Hospital

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The Journal of The American Medical Association – JAMA em 2000: A atividade médica foi a terceira causa de mortes nos EUA com 225 000 mortes, perdendo apenas para mortes por Câncer e Acidente Cardiovascular.

Após o impactante artigo publicado pela Professora Barbara Starfield na JAMA em 2000, outro grupo de médicos começaram a pesquisar sobre o impacto da atividade médica na mortalidade da população. Os pesquisadores Gary Null-PhD e colaboradores publicaram, em 2003, o artigo Death by Medicine, um estudo mais abrangente e detalhado que o da Dra. Starfield, onde concluíram que, nos EUA, o número de pessoas que apresentam reações adversas a medicamentos prescritos é de 2,2 milhões por ano. O número de antibióticos desnecessários prescritos anualmente para infecções virais é de 20 milhões por ano. O número de procedimentos médicos e cirúrgicos desnecessários realizados anualmente é de 7,5 milhões por ano. O número de pessoas expostas a hospitalização desnecessária anualmente é de 8,9 milhões por ano. 

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O número total de mortes causadas pela atividade médica é um espantoso 783.936 por ano. Este estudo revela que o sistema médico americano é a principal causa de morte e lesão nos EUA. Por outro lado, o número de mortes atribuíveis à doença cardíaca em 2001 foi 699,697, enquanto que o número de mortes atribuíveis ao câncer foi 553,251.

Dr. Gotzsche, diretor da Nordic Cochrane, demonstra que os critérios para diagnóstico de depressão tem ficado cada vez mais relaxados, para que mais pacientes sejam incluídos dentro dos parâmetros para medicalização. Segundo ele, antes do advento dos remédios para depressão, havia mil vezes menos pessoas com esse diagnóstico.

industria farmaceutica

O médico diretor da Nordic Cochrane, Dr. Peter Gotzsche, publicou vários trabalhos demonstrando o conceito de sobrediagnóstico e sobretratamento e seus riscos para a saúde, além dos efeitos deletérios causados pelos medicamentos com seus efeitos adversos e os métodos criminosos adotados pela indústria farmacêutica.

 

Dr. Peter Gotzsche afirma que 1/3 das gestantes que se submetem ao teste de depressão tem diagnóstico falso positivo, e o medicamento prescrito, que é quimicamente parecido com anfetamina, causa a mesma dependência química que as anfetaminas e narcóticos, além de aumentar o risco de suicídio para as pessoas jovens que o utilizam. Além disso, esses medicamentos podem causar dano ao feto (teratogênese).

Pesquisas do Dr. Gotzsche concluem: 50% dos pacientes tratados apresentam o efeito adverso relacionado a problemas sexuais: impotência sexual, falta de interesse sexual, dificuldade para ter orgasmo.

Pesquisas do Dr. Gotzsche concluem: 50% dos pacientes tratados com antidepressivo ISRS (Ex. Fluoxetina, Sertralina) apresentam o efeitos adversos relacionados a problemas sexuais: impotência sexual, falta de interesse sexual, dificuldade para ter orgasmo.

 

O DSM é o índice diagnóstico utilizado na psiquiatria. No DSM III, o luto só era considerado depressão depois de um ano. Quando saiu o DSM IV, o tempo de luto para ser considerado depressão caiu para 2 meses. Já na versão atual, DSM V, são apenas 2 semanas. Ou seja, se após perder um ente querido, você ficar triste por mais de 2 semanas, o médico psiquiatra pode te rotular com diagnóstico de depressão e te prescrever um antidepressivo.

 Dr. Gotzsche faz uma crítica à hipermedicalização: "São poucos os casamentos tão ruins que o luto só dura 14 dias, embora o casamento não seja dos desafios mais fáceis, desta vez eles (os médicos) foram longe de mais"

Dr. Gotzsche faz uma crítica à hipermedicalização: “São poucos os casamentos tão ruins que o luto só dura 14 dias, embora o casamento não seja dos desafios mais fáceis, desta vez eles (os médicos) foram longe de mais”

Na psiquiatria existem mitos que são aceitos por certos psiquiatras renomados, o que é preocupante, pois esses mitos, segundo Dr. Gotzsche, são fundamentados no erro. Um desses mitos, afirma o pesquisador, é a eficácia dos medicamentos utilizados em psiquiatria. De acordo com a indústria farmacêutica, os efeitos adversos dos medicamentos antidepressivos são de apenas 5%. Mas quando pesquisadores não patrocinados pela indústria (sem conflitos de interesses) administram antidepressivos para pacientes sexualmente normais e funcionais, 50% destes apresentam disfunção sexual causados pelo medicamento. Ou seja, a indústria divulga somente 1/10 do efeito real. Dr. Gotzsche faz outra crítica: “deveriam comercializar o medicamento como o comprimido que destrói sua vida sexual! porque o efeito adverso virou o efeito principal. Assim fica difícil vender a chamada droga da felicidade, deveria ser: droga da infelicidade”.

Dr. Peter Gotsche, Diretor da Nordic Cochrane Center at Rigshospitalet in Copenhagen, Dinamarca

Dr. Peter Gotzsche, Diretor da Nordic Cochrane Center: “Chegamos ao ponto em que a literatura científica não é mais confiável, a indústria não permite publicar resultados negativos, e manipulam a análise dos dados nos estudos que autorizam publicar. Por isso não devemos confiar em suas publicações. Os resultados publicados são muito exagerados”

Dr. Gotzsche faz grande crítica e denúncia ao Governo de seu país (Dinamarca), afirmando que os médicos psiquiatras que prestam consultoria ao Ministério da Saúde também são remunerados pela indústria farmacêutica.

Pesquisa do Dr. Gotzche conclui: "a psiquiatria é a profissão nos EUA que recebe mais dinheiro da indústria farmacêutica. Os psiquiatras remunerados pela indústria prescrevem mais anti-psicóticos a crianças do que os psiquiatras sem vínculo com a indústria"

Pesquisa do Dr. Gotzsche conclui: “a psiquiatria é a profissão nos EUA que recebe mais dinheiro da indústria farmacêutica. Os psiquiatras remunerados pela indústria prescrevem mais anti-psicóticos a crianças do que os psiquiatras sem vínculo com a indústria”

Dr. Peter Gotzsche Alerta para o fato de que os anti-psicóticos são mortalmente perigosos, sendo que somente o medicamento Zyprexa (Olanzapina) provavelmente custou à vida de 200.000 pessoas. Portanto, o médico deve ter muita cautela para prescrever um anti-psicótico, especialmente para faixa etária pediátrica. O diretor da Nordic Cochrane apresenta pesquisas em que os médicos remunerados pela indústria são mais inclinados a prescrever drogas no lugar de outros tratamentos. Preferem medicamentos caros, embora existam outros mais baratos e igualmente eficazes e cujos efeitos adversos são mais bem conhecidos, porque já são comercializados há muitos anos, e conclui: “os médicos remunerados pela indústria são piores”.

Em seu livro revela que, sobre os medicamento Inibidores Seletivos de Recaptação de Serotonina (ISRS), por exemplo a Fluoxetina ou Sertralina, a indústria demonstra em suas pesquisas que a pessoa em uso dessas medicações, tem 60% de chance de se sentir melhor dentro de algumas semanas, já com o placebo, são 50% as chances. Uma diferença de apenas 10%. Isso significa que 9 em 10 pacientes não são beneficiados com o tratamento. E considerando que a indústria manipula a análise dos dados, na realidade essa diferença seria bem menor.

Seus estudos comprovam que tanto médicos quanto pacientes se deixam iludir pela chamada experiência clínica. Algo é feito para tratar, e após dar a medicação afirmam: “pôxa, não é que funciona! Com apenas 3 a 4 semanas eu melhorei!” mas, na maioria dos casos, afirma o professor Peter, o paciente melhora mesmo sem tomar nada! É difícil o médico não se deixar influenciar pela experiência clínica, os médicos acabam se convencendo de que o medicamento é bom de verdade, porém, retirando estes vieses, na verdade não é.

“É preciso ter muito cuidado com os narcóticos, para algumas pessoas podem trazer benefícios. Mas devem ser utilizados pelo menor tempo possível. Mas na prática não é o que acontece, é inacreditável, mas tem psiquiatras que informam aos seus pacientes que terão que tomar esses comprimidos pelo resto da vida, muitas vezes logo na primeira consulta, e ainda mesmo que se tratando de um problema passageiro na vida.” Dr. Peter Gotzsche

Para Dr. Gotzsche, estas situações são quase um crime. Para ele, a experiência clínica ilude os psiquiatras, pois percebem que, após 3 a 6 meses de uso, se torna muito difícil os pacientes pararem de tomar os antidepressivos. Então os médicos interpretam isso como se os pacientes necessitassem continuar tomando o medicamento. Realmente, quando alguns pacientes param de tomar o antidepressivo, voltam a ficar deprimidos, mas não saberemos como se sentiriam se nunca tivessem tomado o medicamento. Muitos se sentiriam muito bem. Dr. Gotzsche afirma que o paciente, ao tomar o ISRS, que é uma espécie de narcótico, se torna dependente, e que os psiquiatras não gostam de admitir isso.

Em uma pesquisa comparando os efeitos de ISRS com benzodiazepínico, foi evidenciado que dos 42 dos sintomas de abstinência de benzodiazepínicos, 37 também ocorrem com os ISRS. O paciente pode chegar até a apresentar cãibras ao parar de tomar ISRS, assim como com o benzodiazepínico. Dr. Gotzsche afirma que os psiquiatras pensam neste caso que a doença está voltando, mas então questiona:

“Porque então alguém com transtorno de ansiedade, ou com transtorno obsessivo-compulsivo, sem relação nenhuma com depressão, tem os mesmos sintomas de abstinência? Além de estudantes saudáveis, participando de pesquisas para poder pagar seus estudos, também acharem difícil parar depois de algumas semanas tomando ISRS? Não é a doença que está voltando, como podem ser tão cegos?” Dr. Peter Gotzsche

Os médicos do modelo biomédico, que se baseiam no arcabouço conceitual materialista, consideram que a doença é o defeito químico. No caso da depressão, afirmam que sua causa é a baixa do neurotransmissor serotonina no cérebro. Esta hipótese não esta correta. Segundo Dr. Peter, esta hipótese já foi descartada há anos, sempre tiveram estudos de baixa qualidade demonstrando somente o que a indústria desejava, e que o argumento:

““Seu cérebro precisa de serotonina, este comprimido resolve”, é bom para vender remédio. Mas estudos sérios nunca confirmaram esta teoria. Esta hipótese simplesmente não é verdade.” Dr. Peter Gotzsche

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Loucura na América: Ciência ruim, Medicina ruim, e os contínuos maus tratos ao doente mental – Robert Whitaker

Segundo Robert Whitaker, enquanto o ISRS aumenta o nível de serotonina, há medicamentos eficazes contra a depressão que abaixam o nível de serotonina. É apenas uma jogada de venda: “seu cérebro está quimicamente desequilibrado, tome este medicamento que vai resolver o desequilíbrio”. É como ir ao shopping ou supermercado, é consumo.

“Nunca se provou a existência deste desequilíbrio químico cerebral. Muito pelo contrário, é o ISRS que cria o desequilíbrio químico no cérebro: quando o cérebro recebe uma dose elevada de serotonina, os receptores são desativados, o organismo humano como um todo é uma homeostase, em continuo processo de equilíbrio muito delicado, quando o equilíbrio é deslocado, o organismo reage em sentido contrário, porque o equilíbrio está sendo perturbado. Quando se suspende o ISRS, aí faltam receptores, e isso gera sintomas terríveis, isso inclui sintomas de depressão e pode levar o paciente até ao suicídio.” Robert Whitaker

Robert Whitaker demonstra ainda que, após o início da utilização dos medicamentos psiquiátricos que modificam a bioquímica cerebral visando corrigir o desequilíbrio, o esperado seria haver menos pessoas vivendo de salário –desemprego devido à doença mental, já que estas drogas seriam eficazes e levariam à cura destes indivíduos, mas aconteceu o oposto: o número de jovens dependentes da seguridade social por motivo de doença mental após a introdução dos ISRS aumentou 3400%. Afirma ainda, que em 1903, 1 a cada 500 pessoa era hospitalizada com doença mental, em 1955, este número era de 1 a cada 300, e atualmente a taxa é de 1 a cada 50 norte americanos esta inválido por doença mental. De 1987 pra cá, quando surgiram as drogas psiquiátricas modernas, o número de pessoas mentalmente inválidas nos EUA aumentam na taxa de 150.000 por ano, ou 410 pessoas por dia!

Robert Whitaker: "O número de jovens dependentes da seguridade social por motivo de doença mental após a introdução dos ISRS (Ex.: fluoxetina, sertralina) aumentou 3400%!

Robert Whitaker: “O número de jovens dependentes da seguridade social por motivo de doença mental após a introdução dos ISRS (Ex.: fluoxetina, sertralina) aumentou 3400%!

Whitaker afirma que 10% das crianças que recebem medicação para TDAH convertem para transtorno bipolar, antigamente chamado de transtorno maníaco-depressivo. Isto é um dado preocupante, pois transtorno bipolar precisa ser tratado com medicação anti-psicótica que são mais prejudiciais e potencialmente letais. Depois da introdução de ISRS, o diagnóstico de transtorno bipolar aumentou 35 vezes!

Dr. Stephen Hyman, um famoso neuro-cientista e antigo diretor do Instituto Nacional de Saúde Mental (INSM- EUA), escreveu um artigo em 1996 que avaliava como as drogas psiquiátricas afetam o cérebro. Ele escreveu que:

“Todas estas drogas criam perturbações em funções dos neurotransmissores. O cérebro, em resposta para esta droga externa, altera suas funções normais e interpõe uma série de adaptações compensatórias. Em outras palavras, tenta se adaptar para o fato que uma droga anti-psicótica está bloqueando as funções normais da dopamina. Ou no caso dos antidepressivos, tenta compensar o fato de que você está bloqueando a re-captação da serotonina. A maneira como ele faz isso é se adaptar no sentido oposto. Então, se você for bloquear a dopamina no cérebro, o cérebro tenta liberar mais dopamina e realmente aumenta o número de receptores de dopamina. Dessa forma uma pessoa colocada sob drogas anti-psicóticas acabam tendo um número anormalmente alto de receptores de dopamina no cérebro.” Dr. Stephen Hyman

Steven Hyman, na Bauer Laboratories, Universidade de Harvard.

Dr. Steven Hyman, na Bauer Laboratories, Universidade de Harvard: “estas drogas afetam o cérebro, elas estão induzindo a um estado patológico”.

“Se você der a alguém um antidepressivo, tentando manter os níveis de serotonina muito elevados no cérebro, ele faz exatamente o oposto. Ele cessa a produção da serotonina habitual e reduz o número de receptores de serotonina no cérebro. Então alguém que está sob uso de antidepressivo, depois de um tempo acaba com um nível anormalmente baixo de receptores de serotonina no cérebro.” Dr. Steven Hyman

Assim Dr. S. Hyman conclui:

“Depois que estas mudanças aconteceram, o cérebro do paciente fica funcionando de um modo que é qualitativamente tanto quanto quantitativamente diferente do estado normal.”

Então o que Stephen Hyman, antigo diretor do INSM fez, foi definir o presente paradigma de como estas drogas afetam o cérebro, concluindo que:

“Estas drogas estão induzindo o cérebro a um estado patológico”

A OMS fez um levantamento sobre esquizofrênicos em países pobres, para ver como estavam se saindo as pessoas que não tem condições de comprar o medicamento. Para a surpresa da OMS, elas se saíram bem melhor do que os pacientes nos países ricos. Segundo Whitaker a OMS repetiu o estudo, mas os resultados foram os mesmos.

A médica psiquiatra infantil Dra. Lisbeth Kortegaard, é membro de “médicos sem patrocínio”, que na Noruega é chamado de “médicos contra a corrupção”. Em um evento do Ministério da Saúde de seu país, ela relatou que retira mais medicação das crianças do que prescreve, ela faz o desmame de medicamentos prescritos pelos seus colegas médicos. Ela diz que é difícil convencer os pais, pois foram levados a crer que o filho precisa de medicação para o TDAH, mas que no fim conseguia a confiança dos pais, ela afirma passar meses sem iniciar nenhuma medicação. Dra. Lisbeth é um exemplo de uma médica psiquiatra que trabalha realizando a prevenção quaternária, que se esforça em reduzir a medicação de seus pacientes, e tem conseguido grandes resultados desta forma.

Especialista em psiquiatria infantil e adolescente, Dra. Lisbeth Kortegaard

Especialista em psiquiatria infantil e adolescente, Dra. Lisbeth Kortegaard

O Dr. Peter Gotzsche afirma que como médico sempre se esforçou para reduzir a medicação de seus pacientes, os medicamentos não estavam fazendo nenhuma diferença para os idosos que consultavam com ele. Ele mandava suspender a medicação. E em dois dias os pacientes relatavam que já estavam se sentindo melhor e mais jovens. Os medicamentos afetam o cérebro e comprometem o equilíbrio. Sem equilíbrio, o idoso cai e fratura o quadril. Dr. Peter afirma que dos idosos que sofrem fratura de quadril, ¼ morrem, ou seja, para ¼ dos idosos, a fratura de quadril é um sentença de morte. No hospital facilmente pegam pneumonia ou adquirem trombose, podendo levar, na maioria dos casos, a um desfecho desfavorável e até à morte.

Cada vez mais os estudos tem demonstrado os danos que podem ser causados pela atividade médica. É primordial que o médico hoje promova ações para identificar um paciente em risco de supermedicalização, para protegê-lo de uma intervenção médica inapropriada, e fazer com que as condutas médicas sejam eticamente aceitáveis.

Autor: Prof.  Dr. Lucas Franco Pacheco, Médico com título de especialista em Homeopatia pela AMHB-AMB.

site: www.doutorlucashomeopatia.com.br


2 comments

  1. Elaine
    11 de setembro de 2016 at 20:06

    Perfeito o texto, todos os profissionais ligados à área e afins deveriam ler e refletir!

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  2. Claudia
    3 de janeiro de 2017 at 16:31

    Parabéns pelo artigo, uma revisão essencial sobre a prevenção quaternária.

    Como médica que se dedica ao estudo, trabalho e ensino da Homeopatia há 25 anos, 20 deles no SUS, vivo a rotina do desmame de medicamentos de uso contínuo e os ganhos para a saúde dos pacientes. Só o tratamento homeopático correto faz melhor que isso pela cura da doença crônica.

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